§ 11  Sixth Edition Organon

Caixa de texto: A sexta edição do Organon apareceu em 1921. Foi escrito por Hahnemman em Paris antes de falecer em 1843.
 


     

dynamic power

 

2 O que é influência dinâmica, - poder dinâmico? Nossa terra, em virtude de uma energia invisível oculta, carrega a lua ao redor dela em vinte e oito dias e várias horas, em horas fixas definidas (deduzindo certas influências que ocorrem na lua cheia e lua nova) levanta nosso mar do norte em fluxo das marés enchentes e novamente correspondendo à baixa na maré vazante. Aparentemente isto tem lugar não através de agentes materiais, não por artifício mecânico como são usados pelo trabalho humano; e que nós assistimos noutros numerosos eventos ao nosso redor como resultado da ação de uma substância em outra substância sem ser possível reconhecer uma conexão concreta entre causa e efeito. Somente o culto, praticante da comparação e da dedução, pode formar para si mesmo um tipo de idéia supra-sensorial para manter tudo que é material ou mecânico em sua imaginação de tais conceitos. Ele chama tais efeitos dinâmicos, virtuais, que é, devido como resultado da energia absoluta, específica, pura e uma ação de uma substância sobre outra substância.

Por exemplo, o efeito dinâmico de influências maléficas sobre o homem sadio, tanto quanto a energia dinâmica dos remédios sobre os princípios da lida na restauração da saúde é nada além do que contaminação e assim nada de qualquer maneira material, nada de qualquer maneira mecânica. Justamente como a energia de um magneto atraindo uma peça de ferro ou aço não é material, não é mecânica. A gente que a peça de ferro é atraída por um pólo do magneto, mas como isto é feito não é observado. A energia invisível do magneto não requer meios auxiliares mecânicos (materiais), ganchos ou bastões, para atrair o ferro. O magneto o puxa mesmo e assim age sobre uma peça de ferro ou sobre uma agulha de aço pelos meios de uma energia invisível imaterial pura, conceitual, inerente, isto é, dinamicamente, e comunica para a agulha de aço a energia magnética igualmente invisível (dinamicamente).

A agulha de aço torna-se ela mesma magnética, mesmo a uma distância que o magneto não a toca, e magnetiza outras agulhas de aço com as mesmas propriedades magnéticas (dinamicamente) com aquilo que à ela tinha sido doada previamente pela haste magnética, justamente como uma criança com varíola ou sarampo comunica para outra perto, criança sadia intocada de uma maneira invisível (dinamicamente) a varíola ou o sarampo, isto é, infecta a distância sem nada de material da criança doente indo ou capaz de ir para a outra ser infectada. Uma influência conceitual específica comunica para a criança perto a varíola ou o sarampo da mesma maneira que um magneto comunica para a agulha as suas propriedades magnéticas.

Numa maneira similar, é para ser entendido o efeito dos remédios sobre o homem vivente.  As substâncias, os quais são usadas como remédios, são remédios somente enquanto eles possuam sua própria energia específica para alterar o bem estar do homem através da influência dinâmica, conceitual, pela vias das fibras sensoriais vivas, sobre o princípio controlador conceitual da vida. As propriedades medicinais destas substâncias materiais as quais nós chamamos remédios apropriados, liga somente sua energia para provocar alterações no bem estar da vida animal. Somente sobre estes conceituais princípios da vida, depende seu modificador-saúde medicinal, influência (dinâmica) conceitual. Justamente como a proximidade de um pólo magneto pode comunicar energia magnética para o aço (quer dizer, por um tipo de contaminação) mas não pode comunicar outra propriedades (por exemplo, mais dureza ou condutibilidade, etc.). A assim toda a substância medicinal especial altera através de um tipo de contaminação, aquele bem estar de homem de uma maneira peculiar exclusivamente própria sua e não da maneira peculiar de outro remédio, como certamente a mais próxima da criança doente com varíola comunicará para a criança sadia somente varíola e não sarampo.  Estes medicamentos atuam sobre nosso bem estar total sem comunicação de partes materiais da substância medicinal, assim dinamicamente, como se através de contaminação. Quanto mais energia curativa é retirada num recipiente apropriado pela menor dose do melhor medicamento dinamizado, na qual poder ser, de acordo com o cálculo, possuindo somente tão pouca substância material que sua quantidade mínima não pode se idealizada e concebida pela melhor mente aritmética, a mesmo que uma grande dose da mesma substância. Aquela menor dose pode, portanto, quase somente inteiramente a energia medicinal pura, livre-liberada, conceitual, e ocasionar somente dinamicamente tais grandes efeitos como pode jamais ser atingida pela substância medicinal bruta mesmo em grandes doses.

Não está nos átomos corpóreos destes medicamentos altamente dinamizados, nem suas superfícies físicas ou matemáticas (com a qual as altas energias dos medicamentos dinamizados estão sendo interpretadas, mas em vão como material suficientemente ainda) que a energia medicinal é encontrada. Mais provavelmente, eles permanecem invisíveis no glóbulo umedecido ou em sua solução, e a força medicamentosa revelada, liberada, específica, contida na substância medicinal que age dinamicamente pelo contato com a fibra animal sobre todo o organismo (sem comunicar para  ele nada material de qualquer forma altamente atenuado) e a energia atua mais forte e mais livre e mais imaterial que liberou-se através da dinamização.

 É totalmente impossível para nossa geração celebrar com sua riqueza em pensadores lúcidos da energia dinâmica como algo não corpóreo, visto nós vermos diariamente fenômenos que não podem ser explicados de outra maneira? Se alguém se torna nauseado e torna-se inclinado a vomitar, vem um material dentro do seu estômago que o compele ter movimentos antiperistálticos? Não é o efeito dinâmico do aspecto nauseante sobre nossa imaginação? E se alguém levanta seu braço, isso ocorre através de um instrumento visível? uma alavanca? Não é somente a energia dinâmica conceitual dele que o elevará?

What is dynamic influence, - dynamic power? Our earth, by virtue of a hidden invisible energy, carries the moon around her in twenty-eight days and several hours, and the moon alternately, in definite fixed hours (deducting certain differences which occur with the full and new moon) raises our northern seas to flood tide and again correspondingly lowers them to ebb. Apparently this takes place not through material agencies, not through mechanical contrivances, as are used for products of human labor; and so we see numerous other events about us as results of the action of one substance on another substance without being able to recognize a sensible connection between cause and effect. Only the cultured, practised in comparison and deduction, can form for himself a kind of supra-sensual idea sufficient to keep all that is material or mechanical in his thoughts from such concepts. He calls such effects dynamic, virtual, that is, such as result from absolute, specific, pure energy and action of he one substance upon the other substance.

For instance, the dynamic effect of the sick-making influences upon healthy man, as well as the dynamic energy of the medicines upon the principle of life in the restoration of health is nothing else than infection and so not in any way material, not in any way mechanical. Just as the energy of a magnet attracting a piece of iron or steel is not material, not mechanical. One sees that the piece of iron is attracted by one pole of the magnet, but how it is done is not seen. This invisible energy of the magnet does not require mechanical (material) auxiliary means, hook or lever, to attract the iron. The magnet draws to itself and this acts upon the piece of iron or upon a steel needle by means of a purely immaterial invisible, conceptual, inherent energy, that is, dynamically, and communicates to the steel needle the magnetic energy equally invisibly (dynamically). The steel needle becomes itself magnetic, even at a distance when the magnet does not touch it, and magnetises other steel needles with the same magnetic property (dynamically) with which it had been endowered previously by the magnetic rod, just as a child with small-pox or measles communicates to a near, untouched healthy child in an invisible manner (dynamically) the small-pox or measles, that is, infects it at a distance without anything material from the infective child going or capable of going to the one to be infected. A purely specific conceptual influence communicated to the near child small-pox or measles in the same way as the magnet communicated to the near needle the magnetic property.

In a similar way, the effect of medicines upon living man is to be judged. Substances, which are used as medicines, are medicines only in so far as they possess each its own specific energy to alter the well-being of man through dynamic, conceptual influence, by means of the living sensory fibre, upon the conceptual controlling principle of life. The medicinal property of those material substances which we call medicines proper, relates only to their energy to call out alterations in the well-being of animal life. Only upon this conceptual principle of life, depends their medicinal health-altering, conceptual (dynamic) influence. Just as the nearness of a magnetic pole can communicate only magnetic energy to the steel (namely, by a kind of infection) but cannot communicate other properties (for instance, more hardness or ductility, etc.). And thus every special medicinal substance alters through a kind of infection, that well-being of man in a peculiar manner exclusively its own and not in a manner peculiar to another medicine, as certainly as the nearness of the child ill with small-pox will communicate to a healthy child only small-pox and not measles. These medicines act upon our well-being wholly without communication of material parts of the medicinal substances, thus dynamically, as if through infection. Far more healing energy is expressed in a case in point by the smallest dose of the best dynamized medicines, in which there can be, according to calculation, only so little of material substance that its minuteness cannot be thought and conceived by the best arithmetical mind, than by large doses of the same medicine in substance. That smallest dose can therefore contain almost entirely only the pure, freely-developed, conceptual medicinal energy, and bring about only dynamically such great effects as can never be reached by the crude medicinal substances itself taken in large doses.

It is not in the corporal atoms of these highly dynamized medicines, nor their physical or mathematical surfaces (with which the higher energies of the dynamized medicines are being interpreted but vainly as still sufficiently material) that the medicinal energy is found. More likely, there lies invisible in the moistened globule or in its solution, an unveiled, liberated, specific,